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História

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HISTÓRIA

Tudo começou com Bartolomeu de Gusmão

Nasceu em Santos, S. Paulo, no Brasil, e fez estudos no Seminário jesuíta de Belém, na freguesia de Cachoeira, Capitania da Baía, onde se ordenou. Desde muito cedo se interessou pelo estudo da Física, tendo concebido uma máquina de elevação de água a 100 metros de altura, no Seminário de Belém.

Primeiras experiências

Em 1701 veio para Portugal, tendo regressado ao Brasil pouco depois, para voltar a Portugal em 1708 a fim de fazer o curso de Cânones da Universidade de Coimbra. Aqui desenvolveu os seus estudos de Física e Matemática. Em 1709 dirigiu uma petição a D. João V anunciando que tinha descoberto “um instrumento para se andar pelo ar da mesma sorte que pela terra e pelo mar”. O rei concedeu-lhe privilégio para o seu instrumento por alvará de 19 de Abril de 1709. Fez várias experiências com balões de ar aquecido, algumas delas na presença de D. João V e da corte.

Percurso de vida

Em 1713 partiu para a Holanda onde pretendia desenvolver as suas experiências. Voltou em 1716 e concluiu em 1720 o curso universitário que tinha interrompido. Fundada a Academia Real de História em 1720, foi nomeado académico e D. João V colocou-o na Secretaria de Estado tendo-o nomeado fidalgo-capelão da casa real e concedeu-lhe rendimentos no Brasil. Foi encarregado pela Academia de escrever em português a História do Bispado do Porto. Pouco antes de morrer converteu-se ao judaísmo e em 1724 fugiu para Espanha evitando as perseguições da Inquisição de que era alvo. Faleceu num hospital de Toledo, Espanha, durante a fuga, em 1724. Era irmão do político e diplomata Alexandre de Gusmão (1629-1724).

OBRA

Principais contributos científicos

Ver Bibliografia

Bibliografia

AMEIDA, L. Ferrand de, “Gusmão, Bartolomeu Lourenço de”, in SERRÃO,Joel, Dicionário de História de Portugal, Porto, Figueirinhas, 1981, vol. III, pp. 184-185.CARVALHO, História dos Balões, Lisboa, Relógio d’Agua, 1991.CRUZ FILHO, F. Murillo, Bartolomeu Lourenço de Gusmão: Sua Obra e o Significado Fáustico de Sua Vida, Rio de Janeiro, Biblioteca Reprográfica Xerox, 1985.SILVA, Inocencio da, ARANHA, Brito, Diccionario Bibliographico Portuguez, Lisboa, Imprensa Nacional, T. I, pp. 332-334.TAUNAY, Affonso d’Escragnolle, Bartolomeu de Gusmão: inventor do aerostato: a vida e a obra do primeiro inventor americano, S. Paulo, Leia, 1942.TAUNAY, Affonso d’Escragnolle, Bartholomeu de Gusmão e a sua prioridade aerostatica, S. Paulo: Escolas Profissionaes Salesianas, 1935, Sep. do Annuario da Escola Polytechnica da Univ. de São Paulo, 1935.

Etiene e Joseph Montgolfier

Os irmãos Joseph Michel Montgolfier (26 de Agosto de 1740 – 26 de Junho de 1810) e Jaques Étienme Montgolfier (6 de Janeiro de 1745 – 2 de Agosto de 1799) foram inventores que construíram o primeiro balão tripulado no ano de 1783. 

Os irmãos eram filhos de um fabricante de papel (a fábrica é a Canson, que até hoje é uma das companhias mais tradicionais e modernas do mundo) de Annonay, sul de Lyon, França. Segundo consta, quando os irmãos brincavam com um saco de papel aberto invertido sobre o fogo, eles repararam que o saco flutuava. Com isso, descobriram que poderiam finalmente realizar o grande sonho da humanidade, o de voar.

Etiene E Joseph Montgolfier

Passaram então a fazer diversos experimentos com diversos materiais até construírem um balão prático. No dia 5 de junho de 1783, exibiram publicamente um balão que possuía 32 m de circunferência e era feito de linho que foi enchido com fumaça de uma fogueira de palha seca, elevou-se do chão cerca de 300 m, durante cerca de 10 minutos voando uma distância de aproximadamente 3 quilômetros. No dia 19 de setembro de 1783, perante o Rei Luis XVI e a Rainha Maria Antonieta, Joseph Montgolfier repetiu sua experiência, o balão voou por 25 minutos com dois ocupantes (Pilatre de Rozier e François Laurent) percorrendo mais ou menos 9 quilômetros. Muitos não consideram Etiene e Joseph Montgolfier como os inventores do balão de ar quente. Em 1709, o Padre Jesuíta português, nascido no Brasil colônia, Bartolomeu Lourenço de Gusmão teria conseguido a ascensão em um balão cheio de ar quente, portanto quase 80 anos antes dos irmãos franceses Montgolfier. O invento de Montgolfier ao que tudo indica, segundo as revistas francesas Nouvelle Europee L’Aeron do início do século XX, foi mera cópia do aerostato de Gusmão, uma vez que após sua fuga para a Espanha deixou seus planos inventivos com seu irmão e notável cientista Alexandre de Gusmão. Sabe-se que quando Alexandre esteve em Paris manteve estreitas relações de amizade com o cientista José de Barros, o qual por sua vez era amigo pessoal de Montgolfier. Em 1917 a petição que Bartolomeu de Gusmão fez a D. João V foi encontrada no Vaticano. Alguns desenhos da aeronave foram impressos no periódico Wienerische Diarium de 1709 Houve uma demonstração pública da experiência frente à corte portuguesa.

BALONISMO

A História do Balão de Ar Quente

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